O convenio unifica e simplifica a forma de escribir nos oito países que comparten lingua oficial. Os portugueses protestaron, porque muda un 2 por cento o seu léxico.
Alexandre Banhos, presidente da AGAL, e Ângelo Cristóvão, presidente da Associação Pró-Academia Galega da Língua Portuguesa, falaron en nome das entidades lusófonas do noso país.