O protocolo abre a posibilidade de adhesión de Timor-Leste, que en 1990 -data da norma- aínda non era un Estado soberano.
A modificación do Acordo entrará en vigor en 2014
O parlamento de Portugal aprobou este venres, cos votos favorábeis de PS, PSD, Bloco de Esquerda e sete deputados do CDS, o Segundo Protocolo do Acordo Ortográfico. Un parlamentario do PS, dous do PP e unha non adscrita, Luísa Mesquita (ex do PCP) ,votaron en contra, informa Público.
PCP, PEV e tres deputados do CDS-PP abstivéronse. Ademais, outros tres do PSD abandonaron o hemiciclo antes da votación. Unha destes, Zita Seabra, alegou un "conflito de intereses" xa que é editora. Tamén se ausentaron da cámara un representante do PS e o deputado do Movimento Partido da Terra (MPT), Pedro Quartin Graça, electo polas listas do PSD.
O protocolo, que entrará en vigor en 2014, abre a posibilidade de adhesión da República Democrática de Timor-Leste, que a data do Acordo (1990) aínda non era un Estado soberano.
já sei que há cousas que não gostam, mas com este acordo o PORTUGUÊS é uma língua mais internacional, já o espanholistas não derão dizer aquilo de "el brasileño" -sic- ou assim. Viva Portugal, viva a Galiza que é onde nasceu a linngua e viva Brasil e resto da lusofonia...
Parabéns ao parlamento português por ter aprovado o Acordo Ortográfico, e por ter tido consciência do que estava em causa. Uma estrondosa derrota para os "isolinos" portugueses, em especial para o "isolino" mor, Vasco Graça Moura.
Agora só falta a Galiza aderir a este tratado ;-) deixando de vez para trás a ILG-RAG e a norma AGAL anacrónica.
Oje neste dia, sabbean quantos aquesta carta leren que eo, carolo miudo, morador ena villa de xxxxx de mya libre e propria voontade, non constrengudo por força nen por engano digo e declaro estar assaz fartinho de dicussons et censuras ortographicas vinheren ou non vinheren ao caso, e dico e declaro per min e pelas mias bozes que cada unn en seu dereyto neesta freeguesia de Viayrus usar e adoptar a escriptura que melhor lhe convinher e chegar o seu entendimeento nos seus estromentos como dito hei e renuncio a toda enxençon que nunca ende diga o contrayro nen en juiço nen fora del.
Feita.
#4 Muito bom, Carlinhos!
Estive a ver o Acordo, e há um cento de cousas que não gosto, que me são incómodas, ilógicas, desnecessárias... que se afastam de como eu escrevo e escrevi, mas... Há que somar na medida que possível, quanto nos for possível... e a quem lhe for possível. E não brigarmos pela norma: MacOs tiger, panther ou leopard? Darwin? Debian ou Ubuntu? Kde ou Gnome? Fedora? Mudar de norma para uma pessoa é como mudar de sistema operacional: sempre há razões para não mudar, e sempre tem de haver boas razões para mudar... A compatibilidade é uma delas... Sejamos mais compatíveis!
Un novo blogue dende a esquerda:
http.//amoscaesquerdosa.blogspot.com
#4 Muyto bõ, preçado et claro Carliĩnos!
#8 Bom, acho que explicar certas cousas a esta altura é inútil... Apenas dizer que, em origem, o "y" fora banido do português (galego internacional) para combater a castelhanização progressiva que ameaçava a língua e identidade nacionais (alô polo século XVI, acho). Cuido que agora o perigo é bem outro ;-)