Despois de diferentes accións e de recoller máis dun milleiro de sinaturas, a CIG–Ensino felicítase da nova.
O alumnado de bacharelato que o desexe poderá estudar a materia de Literatura Galega do Século XX, tal e como o viña facendo até o de agora. Así se desprende dunha orde aparecida no Diario Oficial de Galicia (DOG) deste luns, unha medida que vén a corrixir outra do pasado xuño. Entón, a Consellaría de Educación publicara outra orde que estabelecía a relación e currículo de materias optativas a ofertar polos centros educativos, dos que se suprimía tanto esta materia como a de Literaturas Hispánicas, Literatura Universal e Contemporánea e Xeoloxía. A CIG-Ensino iniciou daquela unha campaña exixindo a rectificación de Educación: pedían o restabelecemento desas materias como optativas. No caso da Literatura Galega, dende este sindicato criticaron a medida por impedir aos alumnos o afondamento no estudo e coñecemento da nosa cultura, así como por avanzar na desgaleguización do ensino.
Dende ese momento iniciaron unha campaña de recollida de sinaturas (entregaron máis dun milleiro) e recibiron o apoio dos directores dos departamentos de Lingua Galega das universidades de Santiago e A Coruña, así como iniciaron os trámites para presentar un recurso contencioso administrativo ante o Tribunal Superior de Xustiza. Dende CIG–Ensino felicítanse desta medida, aseguran que se fai xustiza e anuncian que retirarán o seu recurso.
E não haverá algum objector de consciência pepeiro?
Porém continuam a trabalhar para que a língua e a literatura galegas do séc. XXI sejam matérias extintas; Língua e Literatura Vernácula (agás certas ediçons diplomáticas chucha-subsídios), estudaram-se como optativas e como as línguas e civilizaçons clássicas (mais neste caso nom das classes altas), menos mal que lhes queda Portugal (àqueles que puiderem enviar os filhos estudar lá).
O bilinguismo do PP (e até do PSOE) significa só castelhano, nada de as outras línguas...Vejamos a manifestação de ontem em Barcelona "orquestrada" pelo PP...Home, o PSV(PSOE) é outra cousa ali!!
Em fim, apoieos BNG se não queremos ter outra vez o "armónico" do Fraga...que também significa só castelhano!!
E aos independentistas críticos com o BNG digo-lhes, homem, eu também poderia ser independentista, píde-mo o corpo, mas quando a independência vier, que teriamos se no existir o BNG?
Quando escrevo PSV(PSOE) desejava escrever PSC(PSOE), em fim...
Carlinhos, queres dicir que preferirías que...
a). a cousa quedase como está e non houbese nunca máis Literatura Galega
ou
b). suprimisen a Literatura Galega do XX e puxesen a portuguesa?
Os futuros licenciados agradecen a túa resposta, grazas.
O bilinguismo do P(SO)E, lea-se partido espanhol, o socialista e o obreiro quedarom polo caminho (do opus), coa língua galega e muito simples. Fazer a misma política do PP pero dizendo que respeitam e promovem o galego. Som muito mais perigosos para a lingua galega os arteiros do P(SO)E
A literatura do século XX estúdase en todo os itinerarios de 2º de BAC e a verdade é que só era optativa no itinerario de letras puras, co cal os alumnos desta opcion estudaban dúas veces os mesmos contidos: na asignatura común (Lingua e Literatura) e na optativa (Lit. sec. XX).
A esta consellería vaille ser difícil superarse en trapallada e improvisación, é peor que a anterior xestión do PP (que xa parecía imposíble empeorar!). Agora xa non valen as excusas de chegar de novo e tal.
Só acertan cando rectifican a causa da presión do sindicato maioritario no Ensino. Noraboa á CIG-Ensino polos avances que se van conseguindo con este equipo nefasto que estamos a padecer na Consellería de Educación.
Certo que parecía dificil superar as trapalladas e a improvisación do PP pero coa carreira que levan estes xa teñen ultrapasada a incompetencia do PP. Aínda imos botar de menos a Currás e CIA. que xa é dicir !!!!
So faltaba que non se puidese estudar esa asinatura en Galiza!.
#5 a) Nom
b) Nom
c)Si. Que @s actuais licenciad@s em filologia do plano velho (Hispánica) galego-portuguesa (linha proletária) tomem o Poder violentamente e "dean" Camões ao tempo que dam a Pondal; e a Pessoa simultaneamente a Manoel António, que haja retratos de Castelao (vaia hó'! todos três reintegracionistas...) em todos os centros de ensino; que se televisse nos únicos canais de TV que se puiderem ver na Galiza (os galaicos e luso-afro-brasileiros) simultaneamente em todos eles a Alba de Glória cada noite do Solstício de Inverno, que nengum rasca-mulas espanholeiro se dirija a mim em línguas estrangeiras quando eu só falo galego, que ningumha persoa aprove o bacharelato sem um domínio da competência oral activa em língua galega, passiva em português oral e em Padrão escrito aceitável; que os que vivem como os Romanov, morram coma eles, que se invente a panaceia, já...
Quero-che tanta cousa!
#5 d) Si / sim. Que ninguém puider postar comentários em Vieiros sem ter aprovado previamente um longo formulário web de respostas múltiples que demostre que leu inteirinho Sempre em Galiza.
#6 e) Sim. Que ninguém se puider apresentar como candidat@ a posto nigum de representante popular d@s galego@s sem d) e sem demonstrar o nível linguístico exigido para o bacharelato.... que se vaiam... que nom passem... que se unam os proletários do Mundo... que o as selecçons galegas obtenham mais medalhas que as cubanas nos Jogos Olímpicos...
Não se pode falar em literatura galega do século XX sem borrar os séculos escuros de nossa história.
Os isolatas até parecem que têm alguma razão no que dizem. Só que a conclusão dos princípios que defendem é o oposto:
Concordo que a língua galega é o resultado de muitos séculos de culturas dos nossos antepassados e isso deve ser respeitado.
É por isso que não aceito que por motivos políticos em manter os galegos sub-alternizados aos castelhanos se queira tirar partido da desafalbetização dos galegos durante os séculos escuros, fins do século XV a VIII para destruir o nosso idioma nativo e vender-nos um dialecto artificial que em nada respeita a nossa cultura e antepassados galegos.
Pelo contrário o “portunhol” que a RAG nos está a vender como se fosse um produto comercial mantém vivo a colonização linguistica do galego em relação ao castelhano e tenta prepectorar a humilhação dos séculos escuros.
O galego depois de passar a fase de dialecto é reconhecido oficialmente como idioma a partir do século IX.
O galego antes da opressão castelhana nos séculos XV a VIII era pelo menos durante sete (7) séculos idioma oficial e falado durante o reino da Galiza que compreendia tal como o anterior reino Suevo a actual Galiza para sul até ao rio Tejo (e não só o rio Douro como pensam muitos galegos).
Os isolatas dizem que o galego teve um desenvolvimento separado do Galego/português durante os séculos escuros de fins de XV a fins de VIII.
Mas pode-se chamar desenvolvimento a:
- Um idioma proibido na Galiza nesse periodo.
- Idioma que deixou de ser escrito.
- Idioma falado só em casa e no mundo rural.
-Idioma que se transmitiu de pessoa a pessoa e de pais para filhos de OUVIDO com todas as deturpações daí resultantes.
- Os galegos obrigados a "hablar" castelhano em vez de falar o seu idioma nativo original da Galiza.
O que a RAG está a fazer é tentar apagar a nossa cultura original e substituí-la pela castelhana através do dialecto artificial “portunhol”.
Para compreender esta questão é preciso associar-se o conhecimento da história.
Por volta do ano 711 quase toda a Peninsula Ibérica foi invadida e ocupada por árabes.
Para os povos da Galiza ocupada por Castela e da Galiza livre (Portugal) pode dizer-se que a sua história começou com a reconquista cristã e reposição da herança da matriz humana, linguista e territorial do Reino Suevo. A relação com os povos da antiga Lusitânia e Galécia não tem quantitivamente a relação que oficialmente se dá devido às invasões que estes territórios sofreram e deslocações de populações. Têm sim com o reino Suevo (descendentes de maioria celta e ainda, lusitani, cónios, gróvios, suevos e mais tarde uma minoria de visigodos diferente dos castelhanos ).
No século VIII a Galiza foi uma zona de guerra até que Dom Afonso um chefe asturiano reconquistou toda a Galiza de hoje, Norte e Centro de Portugal aos muçulmanos e foi restabelecido o território, tecido humano e linguístico que tinha existido no Reino Suevo. Nasceu então o Reino da Galiza, praticamente com a mesma caracterização do Reino Suevo. Dom Fernando, rei de Leão e Castela, notabilizou-se consolidando as reconquistas e quando faleceu em 1065 reconheceu as diferentes nacionalidades e repartiu os seus domínios pelos filhos: Sancho ficou com o Reino de Castela, Afonso com o Reino de Leão e Astúrias, e Garcia com o Reino da Galiza (e portanto com o condado de Portugal transformado mais tarde em reino independente por galegos que não queriam depender do rei de Leão e Castela após este ocupar a Galiza). Depois de varias lutas entre os irmãos, morto Sancho e destronado Garcia, Afonso VI de Castela ocupa todos os reinos criados pelo seu pai, tornando-se assim rei de Leão, de Castela e de Galiza. O rei Garcia da Galiza foi transformado em figura decorativa obrigado a prestar vassalagem ao rei castelhano. Muitos galegos opuseram-se e por isso dois terços da Galiza, o condado de Portugal tornou-se independente. A outra parte (Galiza de agora) ficou colonizada por Castela até hoje.
A sul do rio Minho nasceu um reino feito por galegos que continuaram a reconquita cristã para além do rio Tejo até ao sul. Até ao século XIX o reino chamava-se reino de Portugal e Algarves. Sendo Portugal a Galiza independente e Algarves as terras reconquistadas aos mouros a sul do rio Tejo( hoje as províncias do Alentejo e Algarve).
O galego começou a chamar-se numa primeira fase galego-português por ser a língua falada nos dois reinos um independente (Portugal) e outro colonizado por castela (Galiza).
Em finais do século XV os castelhanos eliminam a administração galega na Galiza pondo no seu lugar fidalgos castelhanos e extinguem o idioma galego oficialmente.
A língua galega foi proibida pelos castelhanos e por isso o galego-português ficou a ser conhecido somente como português.
Hoje tanto se pode chamar à nossa língua nativa e materna português da Galiza como galego de Portugal. É a nossa língua NATIVA e MATERNA e não adoptiva.
Temos é de ficar satisfeitos com a sorte de a parte a sul da Galiza se tornar independente desta humilhação e conservar a nossa língua nativa e materna.
Esta sorte não têm catalães e bascos. Permite-nos recuperar a nossa língua e cultura. Não podemos é fazer o jogo do castelhano colonizador perdendo tempo com o “portunhol”. Três séculos de proibição do nosso idioma já não foi suficiente?
O que a RAG está a fazer é aproveitar-se da miséria alheia. Neste caso os castelhanos a aproveitar-se da desalfabetização que os próprios fizeram com a colonização da Galiza.
Se temos como língua materna e nativa uma das mais faladas do mundo porque teremos de adoptar um dialecto isolacionista espanholista que só serve para atrazar a Galiza?
Só a recuperação da nossa língua NATIVA e MATERNA nos permite ser respeitados como país.
#5 Eu a pergunta b) não a entendo bem, porque ao sermos um País sem estado, sem "literatura nacional", por "Literatura Galega" pode entender-se a literatura em Língua Galega, na que também escrevia um tal Fernando Pessoa, ou pode ser a "Literatura Galega" da "región gallega" e estudar a Camilo José Cela, Torrente Ballester e Ramón María del Valle-Inclán.
De falares do primeiro, talvez podia ser interessante contextualizar a alguns autores galegos, por exemplo, a muitíssimos nesse "desconhecido" movimento que em Portugal chamam "saudismo" (extranho sentimento na Galiza :-) e ao explicar a poesia de Manuel António e Álvaro Cebreiro sequer nomear a esse "extranho" chamado Teixeira de Pascoaes que tanto influiu em muitos autores galegos.
Ou ao falar da pólvora e as magnólias da poesia de combate dos 70 adicar uns segundos a dizer o que naquela altura escreviam os poetas moçambicanos ao tempo de combater no FRELIMO pola independência e o socialismo do seu país.
Ou podemos continuar a ensinar uma "literatura menor" com autores "regionales" que nem foram influidos nem iluiram nunca fora das 4 províncias espanholas.
E o mais importante: talvez "os novos licenciados" devem ser ovelhinhas adestradas não sair nunca do valado que lhes pus o amo, e não querer ler nem ouvir nada fora dele. Os "novos licenciados" poderão continuar a fazer remakes de velhos tempos ou conhecer a literatura em galego-português dos cinco continentes e experimentar a arte da palavra em toda a sua plenitude.
Atila en Galicia. Xa bo é que hai quen lle vai parando un pouco os pés.
mceleiro, na Univerisidade de filoloxía galega non se obvia a influencia doutras literaturas como a portuguesa, tamén se fala da importancia de Baudelaire en Manoel Antonio (bastante máis perto do rianxeiro có "saudismo" e as cursiladas modernistas á española de Pessoa), ou de Neruda, Kerouac ou Éluard na lírica de Ferrín, ou a de Kafka na nova narrativa...
Tamén se pode falar mesmo da influencia de Eça de Queiroz en Valle Inclán na literatura castelá.
ha ha ha que me escarallooo...!
que din que Manuel Antonio era reintegrado... boísimo! E Castelao si home si, coma Camilo Nogueira e Suso de Toro, que escriben en galego ou en español pero te son unos lusistas de la hostia.
e despois vén o mceleiro e di "Ou podemos continuar a ensinar uma "literatura menor" com autores "regionales" que nem foram influidos nem iluiram nunca fora das 4 províncias espanholas"
Canta estupidez e canto colonialismo mesturado, meu deus!
Lembramos que a Lei de Berto 2.0 (calquera ataque á lingua galega será apoiado, con matices, polo reintegracionismo) tamén funciona ao revés: calquera avance da lingua galega e da súa cultura, literatura, etc., será posto en cuestión polo reintegracionismo.
A ver se nos deixarades en paz dunha vez, hom...! E vernácula será a cxxx que vos pariu, por certo.
Fim à segregação cultural e linguistica na Galiza.
Na Galiza os galegos e galegas querem falar e escrever a língua de seus pais e avós o Galego-Português e a RAG está a inventar um dialecto artificialmente para afastar-nos das nossas origens e cultura.
Vejam este vídeo: http://br.youtube.com/watch?v=...
Gastam-se milhões de Euros dos nossos impostos a subsidiar todos os media que promovam o “galenhol” ou “portunhol” da RAG. Tudo isto porque o galego-português é um dos idiomas mais falados do mundo trazendo uma autonomia à Galiza nas suas comunicações. internacionais quer a nível cultural como comercial. A Galiza tem sido desrespeitada durante séculos , já é tempo de nos respeitar.
Vamos todos fazer um esforço em escrever em galego-português porque mais vale escrever com erros em galego/português do que em “galenhol” ou “portunhol” da RAG como lhe queiram chamar.
http://br.youtube...
http://br.youtube...
http://br.youtube...
Se temos como língua materna e nativa uma das mais faladas do mundo porque teremos de adoptar um dialecto isolacionista espanholista que só serve para atrazar a Galiza?
Só a recuperação da nossa língua NATIVA e MATERNA nos permite ser respeitados como país.
#13 Os espanholistas não gostam de ver escrita a verdade. Por isso valoram negativamente factos históricos importantes. Nós na Galiza temos muita tolerância com os estrangeiros espanholistas. Porém a Galiza é para os galegos poderem viver como galegos e não colonizados pelos espanholistas.
Temos o direito de viver como galegos, quem estiver mal que vá embora, não modifiquem a nosso modo de vida.
Temos de exigir já. Emilio Pérez Touriño é o culpado de não estarmos a receber em canal aberto as televisões portuguesas na Galiza.
Não merece mais o nosso voto porque está a fazer o jogo dos espanholistas contra a língua e cultura galega.
Emilio Pérez Touriño não pediu ao governo central e não faz intensão de o fazer está a mentir.
#17 ESCARALHA-TE home, escaralha-te...
Frei Martinho Sarmiento era ESPANHOLISTA ANTI-GALEGO; escrevia espanhol, Murguia tamém, nom é...
Compara o léxico e as soluçons de De Catro a Catro e contrasta-as coa tua escrita; toma, lê, nom é LIDOR o teu alcunho?, pois isso, LÊ:
"O modelo de lingua de Cabanillas e de Manuel Antonio ten moitos
puntos en común. Os dous parten do seu galego natal, o que é ben visible no emprego de solucións morfolóxicas comúns e de léxico propio da comarca. Os dous acoden ó galego medieval para recuperaren formas patrimoniais castelanizadas; os dous botan man do portugués, do que toman solucións morfolóxicas e, sobre todo, moito léxico co fin de modernizar e descastelaniza-la lingua literaria."
Manuel MURGUIA, 1.833-1.923
"O primeiro, o nosso idioma (...); o formoso, o nobre idioma que do outro lado desse rio é língua oficial que serve a mais de vinte milhões de homens e tem uma literatura representada pelo nome glorioso de Camões e Vieira, de Garrett e de Herculano; o galego, em fim, que é o que nos dá direito á inteira possessão da terra em que todos fomos nados (...). Podemos dizer com verdade que nunca, nunca, nunca pagaremos aos nossos irmãos de Portugal todo que hajam feito do nosso galego um idioma oficial. Mais afortunado que o provençal --encerrado na sua comarca própria-- não morrerá."
Eduardo PONDAL, 1.835-1.917
"Nobre e harmoniosa fala de Breogám (...)!
Ti, sinal misterioso dos teus filhos serás (...)!
Serás épica tuba, e forte sem rival,
que chamarás os filhos que alô do Minho estám,
os bos filhos do Luso, apartados irmãos
de nós, por um destino invejoso e fatal;
com robustos acentos grandes, os chamarás;
verbo do gram Camões, fala de Breogám!"
Francisco TETTAMANCY, 1.854-1.921
"O seu idioma (dos portugueses) é o nosso, e tais são as afinidades que em nada diverge do galego, pela sua estrutura, pela sua fonética, pela sua fraseologia, polas suas desinências, etc.; só que os portugueses o civilizaram."
Joám-Vicente VIQUEIRA, 1.886-1.924
"O galego, não sendo uma língua irmã do Português senão uma forma do português (como o andaluz do castelhano), tem-se que escrever pois como português. Viver no seu seio é viver no mundo; é viver sendo nós mesmos!"
"Insisto muito nisto da ortografia, porque ela terá, unida á purificação da língua, uma virtude mágica: fará da nossa fala campesina, isolada, uma língua universal, de valor internacional e instrumento de cultura. Ademais, capacitará a todos os galegos para lerem o português, o que, diga-se o que se queira, hoje não podem fazer."
Vicente RISCO, 1.884-1.963
"O galego e o português são duas formas dialectais do mesmo idioma (...). Queiramos ou não, isto trava-nos fortemente, estreitamente com Portugal e coa civilização portuguesa."
Antom VILAR-PONTE, 1.881-1.936
"Galiza considera o português como o galego nacionalizado e modernizado."
"Enquanto viva o português, o galego não morrerá (...). Ou é que ainda ha quem pensa, possuindo alguma cultura, que o nosso idioma vernáculo e o idioma de Portugal não são um e o mesmo, com idêntica sintaxe e idêntico léxico, salvo pequenas diferenças de morfologia, ortográficas e prosódias (...)?
"A unificação do galego e o português é tão fácil, senão mais, que a realizada por flamengos e holandeses co seu idioma comum."
Afonso Daniel Rodríguez CASTELAO, 1.886-1950
"Eu desejo que em Galiza se fale tão bem o galego como o castelhano, e o castelhano tão bem como o galego. Desejo, ademais, que o galego se confunda co português, de modo que tivéssemos assim dous idiomas extensos é úteis."
Ramón OTERO PEDRAIO, 1.886-1.976
"Os melhores espíritos portugueses e galegos som cidadãos da integridade da Galiza antiga (...). A língua deve voltar a ser a mesma, para fortalecimento do ser transcendental da Céltiga ibérica."
22#, sería bo que respetases a grafía deses escritores.
Eu podería estar dacordo con Vilar Ponte (dialectos dun mesmo idioma: o galego medieval) e con Otero Pedrayo penso que xa está dacordo a actual normativa RAG que, aceptada polos reitegracionsitas de mínimos, foi un paso cara esa confusión. Evidentenmente sendo boa a confunsión, inda así, o que se confunde non é o idéntico nin o mesmo, tal como pretendendes algúns...
Onde hai confusión ten que haber á forza pluralidade.
Se és GALEGO não deixes que te chamem GALÍCIO. O nome da nossa Pátria é GALIZA.
Mais tarde ou mais cedo teremos o nosso idioma nativo bem escrito:
http://br.youtube...
http://br.youtube...
http://br.youtube...
http://br.youtube...
http://br.youtube...
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Na verdade o idioma Galego que por volta de 3 reinados após a independência da Portugal se passou a chamar Galego-português ou Galiaco-português e depois da extinção do galego pelos castelhanos se passou a chamar simplesmente Português começou a ser formado durante o Reino Suevo no ano de 409. Antigo não é? Contudo começou por um dialecto com alguma escrita mas só se considera um verdadeiro idioma por volta do séculoIX.
O reino Suevo é de facto o berço de Portugal e da Galiza. Consulte http://pt.wikipedia.org/wiki/R...
#18 O amigo Lidor diz: "Lembramos que a Lei de Berto 2.0 (calquera ataque á lingua galega será apoiado, con matices, polo reintegracionismo) tamén funciona ao revés: calquera avance da lingua galega e da súa cultura, literatura, etc., será posto en cuestión polo reintegracionismo."
A notícia diz: "O alumnado de bacharelato QUE O DESEXE poderá estudar a materia de Literatura Galega do Século XX, tal e como o viña facendo até o de agora...".
1.
Eu possivelmente não seja capaz de compreender o significado da palavra AVANCE. Agora até pode ser sinónimo de retrocesso. Bla, bla, bla, mas na Galiza haverá milheiros de estudantes que NÃO DESEJEM saber quem era Manuel António e muito menos Fernando Pessoa. E todos sabemos que haverá centros onde ainda que haja estudantes que SIM O DESEJEM, não terão essa matéria OPTATIVA ou dará a matéria o professor de matemáticas. AVANCE ONDE?
2.
De onde tiras que o reintegracionismo se opõe a uma matéria de Literatura Galega? Ou estás obsesionado ou não lês bem os comentários. Oposição nenhuma, só alguma crítica por nem sequer cumplir uns mínimos quando outros pedimos mais e mais. "Mais alá!", que diria Manuel António, do qual te deixo aqui o parágrafo final do manifesto:
"Agora compre-vos dizer, mozos da nossa Terra, se pensais seguir indo costa abaixo polo tempo ou encarados com o porvir.
Se quereis libertar-vos do germe da velhez e da morte. Se quereis adonar-vos da vossa mocidade ou seguir sacrificando-a num altar de Mitos e Fracassos.
Cumpre romper a marcha pola mesma estrada que façamos com os nossos passos e afrontar nela uma peregrinagem sem chegada, porque em cada relanço do caminho aguarda-nos uma voz que nos berra: ¡Máis a lá!"
PS: Do fragmento de Manuel António não respeitei a ortografia, mas sim o espírito.
Quita as túas sucias mans de Manuel Antonio, sigue lendo os teus clásicos lusitanos e se citas o rianxeiro polo menos toma o traballo de coñecer a súa obra, onde existen varios EXPLÍCITOS e furibundos argumentos contra a adopción do portugués. Non che digo onde e así de paso te cultivas un pouco.
O resto que dis son bobadas e non digamos usar un manifesto vangardista para ilustrar a túa fe, iso chámase manipulación. Pero dálle, dálle, que se vexa.
#28 Por clássicos lusitanos valeria-te Meendinho?
"Fora as vossas sujas mãos de Manuel António". Quitastes-me as palavras da boca. Mas este manifesto tampouco o devestes entender.
Igual es tu quem me vai descubrir a Manuel António. Ou igual é teu. Mentras eu me cultivo, que certamente estou bem longe da tua erudição, tu podias botar um par de foguetes a ver se te relaxas um pouco que te vejo bastante amargado, e de passo a ver se alguém te ensina algo de boas maneiras.
Segue confundindo quais são aos inimigos.